domingo, 12 de fevereiro de 2017

Nova Esquerda: A vanguarda do fracasso

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Na realidade existe um processo de falência no âmbito cultural, comportamental e teórico dos movimentos que tratam de determinadas pautas sob o viés subjetivista, liberal e consequentemente individualista, representados pela nova esquerda.

Durante muito tempo as respectivas reivindicações destes movimentos foram sendo ouvidas e aceitas, aos poucos e de forma paulatina, as demandas se transformaram em realidade nos meios comunicação, intelectual e sociedade. Uma lógica de reprodução em níveis, do alto para baixo, as coisas ficaram aparentemente lineares.

Todavia, atualmente temos visto a decadência mais latente desses movimentos, as ações desesperadas que mostram por vezes a irracionalidade dos agrupamentos militantes, são o efeito da resistência e reação que vem crescendo dentro da sociedade contra essas pessoas.

A nova esquerda está sofrendo diversas derrotas:

-Seja na economia e suas propostas social-democratas, sem afetar os interesses dos capitalistas. Praticando ajustes fiscais e cortes nos investimentos em áreas fundamentais para a população pobre e trabalhadora, ao mesmo tempo em que defende recursos aos bancos internacionais.

-Seja no seguimento cultural e comportamental, ainda que não pareça, o pseudo assenso de músicas, moda, formas de relacionamento ou como se portar, defendidas por essas organizações cada vez mais evidenciam a ligação direta entre os grandes capitalistas, meios de comunicação e intelectualidade, ou seja, todo o status quo, com essas pautas, anteriormente ''não tão prioritárias'' no que se refere à publicidade e ativismo burguês.

Como a esquerda ligada à luta de classes (tradicional), está completamente de lado da história, principalmente as forças revolucionárias (completamente minoritárias), a extrema-direita, representando neste momento o único movimento politico contra o sistema, e, não raramente, pelo menos no discurso, contra o financismo internacional e a globalização especulativa, ganha a passos largos mais terreno, adeptos, e espaço institucional.

Enquanto o principal pugilista, a luta de classes, o problema nacional e da completa subserviência aos interesses do imperialismo continuar na lona, de férias e sem treinar, pode ficar certo que, em pouco tempo, veremos não só na Europa e Estados Unidos o tal ''medo'' dominando e crescendo, como também na América Latina.

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