domingo, 12 de fevereiro de 2017

New Left: A vanguarda do fracasso

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Existe um processo de falência no âmbito cultural, comportamental e teórico dos movimentos que tratam de determinadas pautas sob o viés subjetivista, liberal e consequentemente individualista, representados pela famosa new left.

O processo vem decorrendo desde maio de 1968 quando teve sua explosão de massas, mas sua origem se dá com a morte de Stálin e as cenas criadas que se seguiram após esse fato. Tal situação liberou uma sequencia de analises variadas e cada vez mais distorcidas sobre o conceito falso do ''totalitarismo'' governamental e o papel da liderança politica, principalmente dentro do espectro da esquerda.

Durante muito tempo as respectivas reivindicações destes movimentos foram sendo ouvidas e aceitas, aos poucos e de forma paulatina as demandas se transformaram em realidade nos meios comunicação, intelectual e sociedade. É possível visualizar essa situação nas propagandas de grandes multinacionais que tomaram lado na atual globalização ideológica.

Todavia, atualmente temos visto a decadência mais latente desses movimentos, as ações desesperadas que mostram por vezes a irracionalidade dos agrupamentos histéricos que se denominam como ativistas, nada mais são do que o efeito colateral de repulsa criada dentro da sociedade dessa concepção deformada de mundo.

A New Left  derrotada


Na economia e suas propostas do neoliberalismo progressista, sem afetar os interesses dos capitalistas. Praticando ajustes fiscais e cortes nos investimentos em áreas fundamentais para a população pobre e trabalhadora, ao mesmo tempo em que defende recursos aos bancos internacionais.

No seguimento cultural e comportamental, ainda que não pareça, o pseudo assenso de músicas, moda, formas de relacionamento ou como se portar, defendidas por essas organizações cada vez mais evidenciam a ligação direta entre os grandes capitalistas, meios de comunicação e intelectualidade, ou seja, todo o status quo, com essas pautas, anteriormente ''não tão prioritárias'' no que se refere à publicidade e ativismo burguês.

A esquerda ligada à luta de classes (tradicional), foi derrotada na história, principalmente as forças revolucionárias (completamente minoritárias), primordialmente pela sua própria incompetência em combater esses movimentos de liberais e que apenas favorecem o processo de assalto ideológico e moral por parte da burguesia frente ao povo.

A extrema-direita, representando neste momento o único movimento politico contra o sistema, e, não raramente, pelo menos no discurso, contra o financismo internacional e a globalização especulativa, ganha a passos largos mais terreno, adeptos e espaço institucional.

Enquanto o principal pugilista; a luta de classes, o problema nacional e da completa subserviência aos interesses do imperialismo continuar na lona, de férias e sem treinar, pode-se estar certo que a ampliação de esmagamento para a esquerda será ainda mais significativo e definitivo como já é demonstrado pelos resultados políticos atuais, seja na Europa, E.U.A ou Brasil.

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